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Novas tecnologias, novas oportunidades de design

Por Gui Santos

Ao longo da história dos video game sempre se falou em realidade virtual. Essa busca é natural, afinal os designers e jogadores sempre priorizam a imersão nos jogos. Não é a toa que, recentemente, o kinect tenha feito sucesso e obrigou os desenvolvedores a buscarem novas formas de aumentar a imersão em seus jogos.

Kinnect

Kinnect

Na E3 desse ano, as novidades da microsoft para o assunto ficaram nas melhorias do kinect que promete ser mais sensível e fiel aos movimentos dos jogadores (será o fim desse tipo de bug? [colocar link de um vídeo com bugs ridiculos]). Além de permitir algumas funcionalidades que tornarão o Xbox ONE mais inteligente para o usuário.

O destaque da Sony é o novo controle do PS4 e a nova câmera, com eles a desenvolvedora espera incentivar a exploração de novas maneiras de interação com os jogos, entre elas a já bastante famosa: realidade aumentada.

Mas acredito que as duas maiores revoluções no caso estão vindo de pessoas desconhecidas graças ao crowdfunding. O Oculus Rift já foi financiado e já está em produção, ele permite que o jogador “entre” no jogo. Da mesma forma que já viamos nos filmes dos anos 80 e 90, esse equipamento simula o campo de visão do personagem do jogador no game e aumenta muito a imersão.

Muitos jogos da nova geração que está começando agora já estão sendo desenvolvidos pensando nesse equipamento, vamos esperar!!

Mesmo com o Oculus Rift já sendo uma realidade, ainda parece faltar algo. Agora que o jogador já pode ver com os olhos do personagem, a próxima etapa seria se movimentar conforme o personagem. Esta semana, alguns desenvolvedores de Houston iniciaram uma campanha no Kickstarter para financiar o Omni. Eles já possuem vários protótipos funcionando e já estão mostrando o trabalho nas feiras.

Omni + Oculus Rift

 

Esses avanços estão sendo feitos para os video games, mas nada impede que sejam usados em outras áreas. O que importa é que com esse tipo de ferramentas é possível projetar maneiras mais inteligentes e imersivas de interação.

E isso, com certeza, não será um benefício apenas para os video games. Os próprios desenvolvedores já estão imaginando isso. Com esse tipo de imersão talvez finalmente seja possível unir uma atividade prazerosa como jogar video game com exercícios físicos que não gostamos de fazer. Ou criar simuladores melhores, criar tour virtuais.

Para os gamers os benefícios já estão claros, vamos aguardar a partir de agora para ver como os designers irão utilizar todas essas ferramentas.

Gui Santos

Gui Santos

Um quase ex-aluno do Design da UTFPR, agora vai! Leva jogos a sério demais e acha que Han Solo atirou primeiro.

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